a batuta do olhar
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Brindemos à verdade! Sabemos que a verdade pode assumir diferentes modos, ser vista de diferentes perspetivas, pode ser finita ou infinita, existir na matemática ou no mito, dentro ou fora de nós, mas é o grande objetivo do conhecimento humano. A verdade nos factos, nos símbolos, nos sentimentos, nos rituais, nas palavras, na arte... Toma um bolo e um copo para ti, tenho aqui também para mim, toquemos os copos, que é o momento simples de eleição que simboliza a partilha da celebração: À verdade!
terça-feira, 21 de abril de 2026
A memória é uma vitória contra o esquecimento. Ainda me lembro de me olhar ao espelho e de ver o meu rosto com a pele completamente lisa (não foi há muito tempo...). Em alguns momentos, sentimo-nos tão absorvidos no momento presente e o tempo fica tão denso que parece eterno. A pintar. A escrever. A cantar. A conversar. Este esfumar do fluxo temporal é (quase) uma experiência da eternidade. A consciência ganha densidade. Somos a pintura enquanto pintamos. Somos as palavras enquanto escrevemos, falamos ou ouvimos. Somos a música enquanto cantamos. Somos o pensamento enquanto refletimos. Somos o amor enquanto experimentamos esse sentimento. A eternidade não é só o prolongamento do tempo até ao infinito. É sobretudo o acontecimento de ser eterno no tempo. Somos esses momentos eternos que têm uma energia tal que ultrapassam o tempo e o espaço.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
A realidade apresenta uma estrutura valorativa, ou seja, contém a interpretação subjetiva e pessoal de quem a observa. Um desenho. Uma fotografia. Uma notícia. Interpretar é uma atitude que requer alguma disciplina. Porque até os factos relatados pelos jornalistas contêm inevitavelmente uma margem de subjetividade impossível de evitar. Mas gostamos de ficar informados com (a possível) isenção...
domingo, 19 de abril de 2026
O que estás a dizer? A foto não me deixa ver o que estás a dizer. É que também lemos lábios, imagens, sinais, o céu, o movimento, as manchas na pele...Falar ou escrever significa agir. Sim. Não. Chamam-se palavras performativas as que executam ações. Podemos fazer coisas e despoletar atitudes com palavras. 'A verdade acima de tudo'. O livro da minha vida...Quando há força na linguagem, os seus efeitos realizam ações e podem alterar a nossa realidade...- As vossas felicitações tornaram o dia do meu aniversário muito melhor! - Artur Duarte :)
sábado, 18 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Refletimos...como o próprio Bocage o fez, apesar de tudo...à medida que vivenciamos e aprendemos...Temos que encontrar o nosso caminho a partir do encontro com os valores. Como a liberdade, o respeito, a paz, a cultura...As verdades que reconhecemos precisam de ser aceites por todos. As sociedades aproximam-se e o desafio é tornar comuns a todas as culturas o respeito das necessidades humanas de cada um...
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