a batuta do olhar
sábado, 6 de junho de 2026
Somos uma possibilidade ou uma realidade? Pensamo-nos ou existimos? A realidade não é apenas o que existe... Pensamo-nos e existimos. Nós somos o que somos, mas também somos um potencial do que podemos vir a ser. Sou lisboeta. Existo desde que nasci, mas a experiência de viver numa outra cidade do mundo é uma possibilidade com potencial para qualquer um de nós. Ser emigrante é também um ato de coragem. Somos cidadãos do mundo, em potencial.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
quinta-feira, 4 de junho de 2026
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Há sempre aqueles dias que queremos fazer uma viagem. Num dia festivo, por exemplo. A nossa mente viaja com muita frequência. Até precisa de ser moderada, muitas vezes...Uma das formas de a aquietar é viajar mesmo, para ela se distrair e desfrutar do que vê, das novidades, das interações com o mundo circundante...E não é preciso viajar até muito longe (bem...se for possível, porque não viajar até muito longe?). Ver viajar (olhar um barco, um submarino, um avião, um comboio,...) também nos ajuda à descoberta de novas experiências, novas ideias...No meu caso, vivo perto do rio e do mar e gosto. Mas há tantas vidas diferentes, lugares tão curiosos, rotinas parecidas e completamente distintas, fases da vida bem demarcadas. É bom olhar à volta e conhecer o que existe, mas também é um exercício de gratidão não esquecermos os bons momentos que vivemos e vamos vivendo.
terça-feira, 2 de junho de 2026
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Dia Mundial da Criança. Celebrar as nossas crianças que precisam de atenção e o melhor dos adultos. Mas também celebrar a infância de outrora e aquela que continua dentro de nós, conscientes também das salas das nossas experiências passadas, muitas a que não temos acesso, com conteúdos resolvidos e outros ainda latentes (desejos, frustrações, recalcamentos...) que sabemos ser a chave para a compreensão de quem somos hoje. Celebrar a nossa existência com a consciência possível da nossa complexidade cerebral, das emoções e sentimentos que marcam as nossas personalidades, da criação de mapas cerebrais que só nós próprios podemos (eventualmente) ser espetadores. A infância como valor maior na formação íntegra do ser humano. Ensinar as crianças a ser, a conhecerem-se e a reconhecerem-se no espelho da música que se vai escutando e escrevendo e, a pouco e pouco, ou de repente, a consciência própria vai ouvir a partitura (talvez) completa com surpresa e gratidão.
sábado, 30 de maio de 2026
Olá pequenos. Vocês são pequenos frutos. Se víssemos esta árvore na China, no Japão ou na Coreia, reconhecê-la-íamos? Olá pequenos dióspiros. Vocês têm forma, os vossos corpos. Claro que não falo dióspirez :) Mas as palavras tocam-nos e fazem-nos festas como se tivessem mãos e têm formas nas nossas mentes, nas nossas bocas, nos nossos ouvidos, nos nossos corações...têm corpo e andam de boca em boca, de livro em livro, de pensamento em pensamento, de música em música, de aragem em aragem...Espero que vocês, meninos dióspiros, possam crescer e serem admirados pelas vossas naturais qualidades...
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