«Fado Nocturno»/Rosa Maria Duarte/Óleo s/tela/55x46
a batuta do olhar
terça-feira, 7 de abril de 2026
Os olhos dos transeuntes, que gostam de vaguear pelas ruas de uma cidade animada e aproveitar o crepúsculo e a noite, são surpreendidos pelo gemer de uma guitarra. Não há maestro, nem batuta, nem tão pouco uma dupla instrumental para o fado de Lisboa, mas aquele músico solitário decidiu por impulso encher os corações veraneantes com a melodia dos apaixonados pela música portuguesa: o «fado nocturno» de Amália Rodrigues.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
domingo, 5 de abril de 2026
sábado, 4 de abril de 2026
Do que podemos falar? O hábito de falar por falar enfraquece o nosso sentido da verdade. A linguagem não são só as palavras. E é pela linguagem que nos dirigimos ao mundo. A linguagem fala para além dela. É importante a ordem dos pensamentos em ligação clara com a realidade. E a realidade do momento é o louvor ao divino. Boa Páscoa.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Palavras cantadas com emoção e realidade. Estamos em grupo animado. Fazem-se de pedidos (também de fados). Partilham-se sabores e melodias. As luzes são parcialmente desligadas. Surgem os acordes. As palavras e o silêncio são poesia. A voz dos poetas. A voz dos fadistas. A voz do sentimento. A voz do encontro com o público. E as mãos agradecem...mais uma fadestice.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Se soubéssemos voar, poderíamos ser fénixes? Há quem diga que já foi vista a renascer e ouvida na sua melancolia antes de morrer...a esperança é sua amiga...e as cinzas o berço do renascer...Onde costumamos ver a fénix a voar? Dentro de nós, quando viajamos, nos quatro cantos do mundo dentro e em cada um de nós, às vezes juntos. Morremos e...renascemos? Túmulo e berço em cada existência. A nossa casa é a infinitude...Somos pessoas-aves, bichos da terra, golfinhos do sonho, a luz do caminho.
terça-feira, 31 de março de 2026
Em Alcântara, vemos uma varina a vender peixe...que nostalgia suscita esse quadro popular e cultural do quotidiano! Sentimos o impulso de registar o que o nosso olhar viu e o nosso sentimento experimentou. Porque a arte não se esgota no olhar...mas é a expressão simbólica humana maior. A inspiração, a imaginação, a técnica, a sensibilidade, a originalidade, a(lguma) genialidade e muito trabalho. A arte é a respiração inefável, um encontro com a liberdade, captando pequenos momentos vividos...O mundo da arte dilui a individualidade.
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