Concerto de Ano Novo, Quinta da Marialva.
a batuta do olhar
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
A arte liberta-nos da tirania do utilitarismo e do tempo. Há inteligência e saúde humanas no encontrar de novas formas de nos relacionarmos com o mundo. Novos significados. Novas verdades...A maravilha de nos maravilharmos. O trabalho artístico é um modo de chegar aos outros através da criatividade. A música é, talvez, a mais metafísica das linguagens artísticas. À medida que nos entregamos à experiência artística, diluímos a nossa individualidade...
domingo, 1 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
A arte é a criação de um mundo novo. É uma linguagem transversal, polissémica e universal que nasce de um ímpeto criativo e reinterpretativo da experiência do seu criador.
Cada observador/leitor também é responsável pela obra ao recriá-la com a sua leitura a partir do que vê e interpreta. Daí a linguagem artística ser tão rica porque dá essa liberdade e essa responsabilidade ao ser que com ela interage.
Dimensão divina do amor/Rosa Maria Duarte/Óleo s/tela/55x46sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Não te esqueças que a decisão transforma a realidade. Tudo são escolhas, mais ou menos conscientes, mais ou menos livres...o discernimento dá coerência à nossa decisão, seja ela de natureza política, familiar, religiosa, ambiental, amorosa...somos confrontados a todo o momento com decisões, umas muito simples e rotineiras, outras com impacto no nosso estado emocional e social. Votos de um dia de boas escolhas.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Olho. Um pedaço de terra encharcada de água debaixo da ponte. Ainda pinga de cima. Uma ponte começada e não acabada. Talvez haja um lugar melhor para refletir...Mas fico uns minutos a apreciar o efeito dos pingos na poça de água. É quase um convite à contemplação. Sombras refletidas no espelho de água. Longe de ser um lugar de paragem, que acaba por sê-lo. Um convite à infância, às poças de água bem chapinhadas, um regresso ao inverno bairrista, à natureza humanizada que esconde as raizes na calçada disforme e irregular, nas ervas daninhas nos canteiros, no som agitado do quotidiano menos virtual e mais desenhado num tempo comum e apressado...
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