segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Daqui, ao longe, vejo as imagens e as memórias de uma meninice e juventude nas vielas e becos de Alcântara, às vezes junto aos pilares a ouvir o rolar mecânico apressado dos carros no tabuleiro da ponte numa altitude ressonante, a apanhar o carro elétrico no Calvário na rotina de um passado lisboeta movimentado, citadino, apregoado, multiolfativo e beijado pelas águas renovadas do Tejo, abraçado pelo Cristo-Rei.

 








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