Há liberdade
nas aves pousadas
no fundo ténue do céu
a planar a desenhar
a frescura das passageiras
nuvens que dançam ao vento
e dão sombra aos barquinhos
corajosos a velar a navegar
o Tejo prateado de luz
chuva bruma despenteando
quem passa comovidamente.



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