Há chuva no olhar de uma criança que vai e quer conhecer
a realidade dos seres que nascem e morrem no mesmo lugar
a sentir a ausência da gratidão humana pelo bem que lhes dá.
Há chuva no olhar de uma criança que vai e quer conhecer
a realidade dos seres que nascem e morrem no mesmo lugar
a sentir a ausência da gratidão humana pelo bem que lhes dá.
- Já pensaste que há estátuas expressivas que devem ter dado muito trabalho?! Estou a pensar por exemplo na estátua que vi há dias...já visitaste a estátua do navegador Gonçalves Zarco?
- Eu sou como o José Saramago (até pareço um gajo entendido...), acho que as estátuas são boas para os pombos. De resto, também ainda não fui à Madeira.
- Mas olha que em Lisboa há uma estátua gira deste navegador em frente à escola Paula Vicente!
- E a estátua da Paula Vicente? Está em frente à escola Gonçalves Zarco?
Traçamos linhas diversas com os olhares e os pensamentos.
Desenhamos paredes, quartos, ruas, mapas de sentimentos.
Oferecemos gestos regalados linhas de cor em ponto cruz.
Não há vento ou tempestade que derrube um espírito elevado que esteja determinado a ser livre nos seus pensamentos, nos seus sentimentos, na sua humilde compreensão do universo e evolução existencial.