sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Fastread poetry

Ai, jovem outono

porque pousas lá no

meu quintalejo 

e no para-brisas

a repousares colado

empurrado abraçado

pela viva força do

vento vigoroso

a embaciares-me o

pensamento tonto

neste dia cinzento

a molhares-me o

olhar curioso 

contemplativo 

a lembrares-me a

melancolia das

folhas verdes 

pequeninas

quando sozinhas 

com medo de 

cair no chão... 

 







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