Ai, jovem outono
porque pousas lá no
meu quintalejo
e no para-brisas
a repousares colado
empurrado abraçado
pela viva força do
vento vigoroso
a embaciares-me o
pensamento tonto
neste dia cinzento
a molhares-me o
olhar curioso
contemplativo
a lembrares-me a
melancolia das
folhas verdes
pequeninas
quando sozinhas
com medo de
cair no chão...


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