Há outono no fado. Que todos temos. Um fado sem calendário, sem fronteiras, tradicional e contemporâneo, sentido e plural. Quem o reconhece como outro é também portador de visão e voz. O fado enriquece. Querer ouvir nele o antigo e o novo, respeitá-lo, reconhecê-lo como sinónimo de partilha, comoção, cultura, inovação e futuro.
Há outono no fado/Rosa Maria Duarte/Óleo s/tela/55x46
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