terça-feira, 13 de julho de 2021

domingo, 11 de julho de 2021

Às vezes, perguntam-me: qual é a tua técnica quando pintas?

 Saber ensinar, requer preparação (eu que o diga!). 

Há muito de espontâneo naquilo que pinto. Gosto de experimentar. De deixar fluir a minha vontade e o estado de espírito no momento. Há sempre qualquer ignição/inspiração que foi acionada por algo, dentro e/ou fora de mim. 

Claro que a pintura, que é muitas vezes figurativa, precisa de escola. De desenho e cor. Eu tive alguma... Não como seria o ideal... Mas o que conta é o nosso trabalho e motivação.

Há também uma sensibilidade artística que pode ser exponencial no uso de várias linguagens como a escrita, a música, a pintura, a dança, o canto, a fotografia...

Contudo, quem sente aquele apelo e decide pintar, o que deve fazer? (também há quem prefira construir com materiais diversos...)

Deve pintar. Procurar conhecer mais, sim, sobre como olhar, como desenhar, como usar os materiais, mas pintar. Pintar. Pintar.

É como escrever. Procurar ler muito e boas leituras. Mas escrever, escrever, escrever.

Focados no ato em si.

Viver o presente é bom. Como olhar tranquilamente um monte alentejano, sentindo a aragem luminosa, quente e perfumada dos chaparros e das ervas secas, por exemplo. Ou reparar num objeto que vamos oferecer e nos desperta no momento.

Viver o hoje é partilhá-lo.

Amanhã é outro dia.



                                    Chaparros/Rosa Maria Duarte/Óleo s/tela/40x50




sábado, 10 de julho de 2021

Fastread poetry

 Vê: o mundo não está todo lá fora, há luz do lado de lá

quando conseguimos erguer o olhar acima desse regaço

momentos cansaço dentro de nós também há lado de cá.

 


sexta-feira, 9 de julho de 2021

A anedota da Anne Bota

 - Ó Maria, acho que já podemos ir à capital aos fins-de-semana!

- A sério ou estás a cantar de galo logo de manhã? Como é que sabes?

- Atão porque ouvi na televisão.

- E a vacinação?

- Pois...ali o compadre diz que é melhor um picão que uma doença dum cabrão!