sexta-feira, 22 de maio de 2026
Mais um dia, mais um serão, numa das muitas carruagens do comboio do tempo. E é com música que vamos questionando o amor, a saudade, o sentido da vida...a relação uns com os outros. A liberdade. O fado é existencialista, cristão, ateu, filósofo, poeta, pescador, sonhador. Reconhecer e ser reconhecido pelos outros não é vaidade, mas condição intrínseca ao ser-se. O outro não deve ser alguém que cria limites à liberdade, mas a oportunidade de cada um se reconhecer com dignidade. Quando nos reconhecemos iguais em dignidade e distintos, então se desenvolve a consciência ética. Na reciprocidade, tornamos o mundo melhor. O olhar pode devolver um sorriso. Não nos podemos ignorar. Somos salvos uns pelos outros, se quisermos. Na ação livre e responsável, a beleza de se ser pessoa ajuda a construir a missão coletiva existencial...
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