sábado, 9 de maio de 2026
Estamos submersos nos nossos referenciais: a pessoa que vamos sendo, as nossas experiências desde que nascemos, as nossas ocupações, as pessoas mais próximas, a nossa cultura familiar, os nossos valores...Tentamos compreender o grau de liberdade individual que temos...Se não fôssemos a pessoa que somos, quem gostaríamos de ser? Como gostaríamos de ser? À nossa consciência chegam apenas fragmentos da realidade...Para além do quarto onde estou, do apartamento onde estou, da rua onde estou, do conselho onde estou, do país onde estou, há outros espaços onde o tempo e o espaço é simultâneo (ou não...) e a vida é diversa, mas eu não estou a ter-lhes acesso...ainda que as novas tecnologias, limitadamente, nos possam fazer chegar um pouco dessas realidades...Será que nos queremos quietos e calados, como se fôssemos de material inerte...não perscrutadores? O que é mais belo na vida para ti?
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