quinta-feira, 28 de maio de 2026

Dois gatinhos pretos acarinhados pela vizinhança na baixa de Corroios, mas sem dono. É a vida real...sobrevivem assim já há algum tempo. Vivem a sua existência num tempo-espaço a que eles mais ou menos já se habituaram... Não devem saber a idade, pois, nem tão pouco se são familiares um do outro...Sabemos ainda pouco sobre a perceção dos animais. Pela nossa relação com eles, sabemos que têm algum nível de memória. Nós não apenas temos memória, como ainda a usamos para ficarmos mais perto da infância, por ex., estimulados por um som, uma imagem, um pensamento...Podemos até encolher ou aumentar, como na fantasia da imaginação. Se os humanos têm consciência da sua vida real, também conseguem abstrair-se dela e esse tempo mental é a consciência para além dele. Um esfumar do fluxo espaço-tempo que será provavelmente algo de experiência da eternidade...como na contemplação ou meditação.

 










Sem comentários:

Enviar um comentário