quarta-feira, 27 de maio de 2026

Ao olharmos o céu, sentimos a sua dinâmica, a sua grandeza e, por isso, ficamos fascinados. Ainda há muitos mistérios para serem desvendados no cosmos. Como é possível não andar sempre de cabeça erguida a olhar os movimentos pictóricos do céu? Ajuda a recentrarmo-nos na nossa pequenez. As nossas palermices perante a vastidão do cosmos...Qual é a influência que tem sobre mim, sobre ti, sobre nós? Toda. Nos físicos, nos astronautas, nos metafísicos, nos criativos, nos contemplativos, nos agricultores, nos construtores, nos vendedores, nos transeuntes, na natureza...O inifinitamente pequeno e o infinitamente grande. O que vemos no universo não é o que está a acontecer nesse momento, mas aquilo que já aconteceu antes, porque a sua luz levou tempo a cá chegar e a ser observada por nós. Respeitemos o passado, que é um passado de todos. Quando vires e leres isto, já eu estarei a fazer outra coisa ou apenas a pensar, que é uma atividade mental muito legítima e humana (ainda que seja necessário aquietar a mente para ver e pensar melhor...)

 



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