segunda-feira, 13 de julho de 2026

Ao contemplar a beleza do mundo, diluímos a nossa individualidade, abstraímo-nos de nós próprios e imergimos no quadro natural que os nossos olhos reproduzem na nossa mente. Será que conseguimos permanecer no estado de perceção pura, de captação do indizível, numa expansão de consciência e ligação com a beleza mais subtil? O génio de espírito artístico consegue numa linguagem artística escolhida dar a sua visão da realidade, que pode ser apenas a captação de momentos fugazes. É a liberdade de ousar a eternidade.

 















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