sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Pensamento do dia

'Faz o que eu digo, não faças o que eu faço'? Não. Façamos simplesmente o nosso melhor. O teu é melhor do que o meu? Boa.



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Uma homenagem da CMA que os profs. agradecem.







E que tal uma casinha, ainda que modesta, para todos?

Será que conseguíamos viver numa casa-bicicleta?
O homem-caracol
Parque da Paz
Almada





A anedota da Anne Bota

- Vais escrever um livro? Fixe! É sobre quê?


- Já estou a escrevê-lo. É sobre galgos.


- Eu também curto galgos. Correm que se farta! Nunca tive nenhum.


- Os animais não devem ser propriedade dos homens. Podemos desenhá-los, por exemplo.


- Como fez Amadeo de Souza-Cardoso. Um casal de galgos: um branco e um preto.


- Lembras-te dos seus filhos?


- Do Amadeo??


- Não! Dos galgos.



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Pensamento da tarde

Ouve o crepúsculo a acolher o silêncio e a ligar luzes nas casas.


Queres pensar comigo XXXII

- Ouve lá, dizem que nós somos a obra-prima da criação.


- Pois dizem. Somos alta tecnologia (sorriso).


- Sim, é verdade. Mas já reparaste que nós podemos ver muita coisa, mas só fora de nós. Queremos ver a nossa cara, precisamos de um espelho. Se queremos ver o nosso coração, ainda é mais complicado.


- Sim, não estamos acessíveis à nossa própria vista. Mas a observação mais difícil de fazer é às nossas qualidades e aos nossos defeitos.


- Pois é. Tens toda a razão. Às vezes temos uma opinião sobre nós próprios diferente da dos outros.


- E como conhecer a versão mais verdadeira? Vamos pedir a opinião aos mais próximos? E se quiserem, por qualquer razão menos nobre, ferir a nossa autoestima?


- Já vi que é muito arriscado pedir opinião aos outros sobre nós próprios.


- Lá está. Mesmo àquelas pessoas que amamos. Não somos perfeitos. Mas mesmo sem pedirmos opiniões, as pessoas fazem questão de no-las darem ou de nos fazerem sentir menos bonitos. Ou pelo contrário, exageram nos elogios. A mente humana é ardilosa.


- Uns mais que outros, não é? Eu, por exemplo, deve ser por ainda ser jovem, não tenho prática nenhuma dessas malandrices.


- E a questão que se coloca é: se é importante conhecermo-nos a nós próprios, e se naturalmente somos condescendentes connosco mesmos, ou bem pelo contrário, como escolher uma fonte fidedigna para nos instruirmos a esse respeito?


- Já sei que vais falar dos bons livros sobre essas e outras matérias mais e menos científicas.


- (Sorri)  Um bom livro é um bom amigo. Mas um bom mestre espiritual também.


- Um mestre espiritual? Não é fácil encontrar um. E reconhecê-lo.


- Pois não, mas é possível. E não olhes assim para mim, porque eu não sou um deles. (Troca de palmadinha nas costas, de cumplicidade).