terça-feira, 28 de julho de 2026
Interrogamo-nos sobre as condições no mundo em que vivemos, mas também sobre o eterno e o absoluto. Talvez mais quando chegamos à adultez. É natural. Crescer é um ato de relação. É a festa do reconhecimento. Como a celebração da declaração universal dos direitos humanos. Viver condignamente. Vivemos vidas que são microssegundos na história do universo, à procura de deixar contributo à nossa passagem, com a ilusão da eternidade da nossa obra. Sempre com vontade de acrescentar algo. Conhecer e vivenciar sempre mais. Podemos pensar o infinito, o eterno, o sem fim. Será que vale a pena interrogar? Como provar a existência do absoluto? Somos a história que ousou e ousa pensar e interrogar.
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