sábado, 13 de junho de 2026
Eis as festividades dos santos. Quem nasceu e cresceu num bairro popular, como eu, sabe que as nossas vivências passaram (ainda passam?) pelo convívio de rua. A nossa história é a nossa identidade, com orgulho, acho. Como pesar o valor dos símbolos pelos quais as sociedades se autointerpretam? A experiência humana apresenta-se como um fluxo de acontecimentos irreversível que cada um vive à sua maneira, mas que tendem a ser revisitados e, até, ritualizados. As experiências de vida moldam-nos e transformam-nos no que fomos, no que somos, no que seremos. Vivemos num mundo com ideias e simbologias transmitidas de geração em geração. E vamos escrevendo a nossa história, porque a nossa vida continua. As ações e decisões presentes irão reverberar no futuro. Agradecer é um ato a preservar. Façamos um brinde ao convívio social. E ao jovem António pela sua humanidade e santidade!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)











Sem comentários:
Enviar um comentário